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<title><![CDATA[Sinta...]]></title> 
<link>http://idee.zip.net</link> 
<description><![CDATA[Uma maneira de sentir...
Olhando no espelho, vejo meus olhos e nos meus olhos me vejo. 
Olho profundamente dentro deles. 
Famintos, inquietos, meus olhos castanhos 
Tento perfurar, ver, entender, alcançar... 
Mais eles funcionam como simples espelhos.
Olhos de tantas maneiras, eu vi. 
Olhos com medo e desejo 
Surpresos e raivosos 
Tímidos e ousados 
Distantes e apaixonados  
E de outros jeitos, que não existem palavras para definir, tudo junto, uma mistura de sentimentos, confusos. 
Olhos... Molhados, salgados  
Lagrimas
Sinto seu gosto em minha boca  
Lagrimas amarga como remédio que curam 
Lagrimas temperadas e gostosas, que matam a fome 
Lagrimas de crocodilo 
Minha boca rejeita as lagrimas com seus movimentos 
Tantas bocas, eu desejei 
Tantos sorrisos, sorrisos sinceros, tristonhos, felizes e contentes, tímidos, falsos... 
Por muitos sorrisos me apaixonei. 
Palavras que soaram objetivas, mansas e raivosas. Minha boca acompanhou cada uma com seus movimentos. 
Também ouvi muitas palavras, que me causou os melhores e piores momentos. 
Muitos momentos eu só ouvi.    
E o silencio? Precursor do bem, sucessor do mal.  
A música não para. 
Suspirei e lembrei, senti  
Quantos perfumes, amores e flores 
Quanto mau cheiro, poluição, corrupção 
Quantas vezes deram-me a mão  
Os conselhos e ajudas. Mãos amigas.
Cumprimentos amigáveis, outros nem tanto. 
Andei de mãos dadas, ah. As mãos frias do inverno, as quentes de paixão.  
Mãos firmes de agressão. 
Mãos inquietas, insanas e ousadas
Mãos que beijei, mãos que cheirei. 
Ouvi seus sons em orgulhosos aplausos.  
Mãos que segurei firme, para impedir de ir embora. 
Não vá embora.
Não quero ir embora. 
Quanta lagrima enxuguei, para interromper o processo outra vez. 
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<language>pt-br</language> 



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<title><![CDATA[sobre o poema - Autor(filosofa)]]></title>
<link>http://idee.zip.net/arch2009-01-04_2009-01-10.html#2009_01-06_04_23_01-135119652-0</link> 
<description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>O eu l&iacute;rico do poema ele esta confuso, num turbilh&atilde;o de sentimentos, perturbado. Ent&atilde;o ele passa por todos os sentidos do corpo relembrando partes de sua vida nessas express&otilde;es. O poema &eacute; um ciclo come&ccedil;a nos olhos e termina nos olhos, ou na lagrima.&nbsp;</p>
<p>O <a href="http://idee.zip.net/arch2009-01-04_2009-01-10.html#2009_01-06_04_23_01-135119652-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 06:23:01 -0200</pubDate>
</item>

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<title><![CDATA[Uma maneira de sentir... - Autor(filosofa)]]></title>
<link>http://idee.zip.net/arch2009-01-04_2009-01-10.html#2009_01-06_04_21_52-135119652-0</link> 
<description><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Olhando no espelho, vejo meus olhos e nos meus olhos me vejo.</p>
<p>Olho profundamente dentro deles.</p>
<p>Famintos, inquietos, meus olhos castanhos</p>
<p>Tento perfurar, ver, entender, alcan&ccedil;ar...</p>
<p>Mais eles funcionam como simples espelhos.</p>
<p>Olhos de tantas maneiras, <a href="http://idee.zip.net/arch2009-01-04_2009-01-10.html#2009_01-06_04_21_52-135119652-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 06:21:52 -0200</pubDate>
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<title><![CDATA[motivos das minhas inspirações.... - Autor(th-filosofa)]]></title>
<link>http://idee.zip.net/arch2009-01-04_2009-01-10.html#2009_01-06_04_11_48-135119652-0</link> 
<description><![CDATA[<p><img src="http://idee.zip.net/images/ssss.jpg" alt="" />SORRISO</p> <a href="http://idee.zip.net/arch2009-01-04_2009-01-10.html#2009_01-06_04_11_48-135119652-0">Leia mais...</a>]]></description>
<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 06:11:48 -0200</pubDate>
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